Legal
Termos de uso
Última atualização: 3 de julho de 2026
Em linguagem simples: o que podes esperar de nós, o que esperamos de ti, e as regras gerais do serviço. Versão inicial — vamos afinando à medida que o serviço cresce, sempre com a data no topo.
Quem somos
O Primmi é um produto da Haua Langer, LDA, empresa de Vila Nova de Famalicão, Portugal. Qualquer questão sobre estes termos: ola@primmi.pt ou WhatsApp +351 937 136 530.
O site
O primmi.pt é um site informativo: apresenta o serviço e permite pedir uma demonstração ou falar connosco. Não tem contas de utilizador nem vende nada diretamente. Podes navegá-lo à vontade; pedimos apenas que não o uses para fins ilícitos nem tentes interferir com o seu funcionamento.
O serviço
O Primmi é um cardápio digital por subscrição para restaurantes: o cliente lê um QR e o menu abre no browser, com a marca da casa. As condições concretas de cada contrato — plano, preço, o que está incluído — são acordadas diretamente com cada restaurante, por escrito, antes de qualquer pagamento.
- Sem fidelização: o serviço é mensal e podes cancelar quando quiseres, sem penalizações.
- O menu é teu: os conteúdos do cardápio (nomes, preços, fotos, alergénios) pertencem ao restaurante e são da sua responsabilidade — nós damos a ferramenta e ajudamos a montar, mas quem responde pela exatidão da informação ao cliente final é a casa.
- Disponibilidade: trabalhamos para manter o serviço sempre no ar, mas como qualquer serviço na internet pode haver interrupções pontuais (manutenção, fornecedores). Avisamos quando for planeado e corrigimos depressa quando não for.
Marca e propriedade
O nome, o logótipo e o software Primmi são nossos. O white-label existe precisamente para a marca do restaurante brilhar no seu próprio cardápio — mas isso não transfere direitos sobre a plataforma.
Dados pessoais
Tratados como descrito na política de privacidade — a versão curta: este site não guarda quase nada, e o cardápio foi desenhado para pedir o mínimo.
Lei aplicável
Estes termos regem-se pela lei portuguesa. Havendo desacordo que não se resolva a conversar (é sempre por aí que começamos), são competentes os tribunais portugueses.
Alterações
Quando alterarmos estes termos, atualizamos esta página e a data no topo. Sem alterações às escondidas.
